terça-feira, 18 de novembro de 2014

Sobre a palestra e evangelização infantil no dia 23/11

Aviso aos amigos frequentadores da casa:
Este domingo dia 23 de novembro, não haverá palestra e evangelização infantil devido a uma atividade fechada. 
Solicitamos que aguardem a divulgação das palestras referentes as próximas semanas.

Agradecemos a compreensão.
Casa Ra-zhu.

A importância da caridade


“Procurando o bem para os nossos semelhantes encontramos o nosso.”
Platão

“O egoísmo é a fonte de todos os vícios, como a caridade é a fonte de todas as virtudes.”
“(...) Não podendo amar a Deus sem praticar a caridade para com o próximo, todos os deveres do homem se resumem nesta máxima: Fora da caridade não há salvação.”
Allan Kardec

“Orar não é o mais importante. Importante é praticar a caridade e o amor, mesmo para uma pessoa que não seja religiosa.”
Dalai Lama

“A caridade é o processo de somar alegrias, diminuir males, multiplicar esperanças e dividir a felicidade para que a Terra se realize na condição do esperado Reino de Deus.”
Chico Xavier


De acordo com inúmeros mestres da sabedoria humana a caridade é o veículo chave para a evolução do ser.
Trata-se de um conceito atribuído à ideia de caridade entre inúmeras religiões e linhas de pensamento ao redor do mundo. Porém, vale lembrar que a caridade antes de ser uma ação voluntária para o auxílio ao nosso próximo, é acima de tudo, uma ação com base no amor.
Assim como a evolução espiritual tem suas bases na caridade, a caridade está por sua vez sustentada na verdadeira compaixão do ser humano para com as necessidades de seu próximo e também em sua vontade de aplicar o sentimento de amor ao ajuda-lo.
Antes de participar de uma ação de caridade, é importante se conscientizar do conceito real desta palavra. Sem o sentimento de amor na caridade, a doação não o levará a evolução.

Lembre-se que as oportunidades de realiza-la cruzam nosso caminho constantemente. Não apenas na forma de doação material, mas muito principalmente, através de pequenas ações que podemos realizar em nosso dia a dia.
Seja ajudando uma senhora a se sentar no transporte público, auxiliando um amigo com um conselho ou consolando-o, ou repartindo seu lanche com aquele cãozinho que passou por você no caminho de casa, não importa o formato, o que importa é que acima de tudo: Você o fará com amor.

sexta-feira, 14 de novembro de 2014

Parábola do “bom ou ruim”


Quando o belo cavalo de um velho fazendeiro chinês fugiu de sua fazenda, seu vizinho por solidariedade veio consolá-lo. Porém o velho e sábio fazendeiro diz ao amigo: “Quem sabe o que é bom e o que é ruim?”.

Dias depois, o belo animal retorna á fazenda seguido de vários outros cavalos. O vizinho do fazendeiro veio parabeniza-lo pela boa sorte. Porém o velho e sábio fazendeiro diz ao amigo: “Quem sabe o que é bom e o que é ruim?”.

Quando o filho do velho fazendeiro tentou domar um dos novos cavalos e quebrou a perna, o vizinho do fazendeiro veio consolá-lo novamente. Porém o velho e sábio fazendeiro diz ao amigo: “Quem sabe o que é bom e o que é ruim?”.

Dias depois, o exército veio á casa do velho fazendeiro para recrutar seu filho, que por conta da perna quebrada não se juntou á tropa. O vizinho do fazendeiro veio parabeniza-lo novamente pela boa sorte. Porém o velho e sábio fazendeiro diz ao amigo: “Quem sabe o que é bom e o que é ruim?”.


  O que é realmente bom, e o que é ruim de verdade? Ambas as coisas tratam-se apenas de pontos de vista. Uma forma de enxergar situações com nossos pequenos olhares terrenos.
Quando olhamos para nossos problemas, constantemente, não nos permitimos pensar no “todo” e sim, apenas no nosso ponto de vista á cada acontecimento.
  A espiritualidade superior está constantemente nos guiando para as conquistas e provações que constroem nosso caminho de evolução. Porém, não sabemos quais acontecimentos em nossas vidas nos levarão ás conquistas ou ás provações que julgamos boas e ruins por nossa própria perspectiva.
  A fé então se torna o alicerce desta visão mais serena. A visão do “todo”, que nos ensina a ser pacientes e entender que os acontecimentos de nossa vida são apenas eventos. Eventos que constroem nosso caminho.

  “A desilusão de agora será benção depois.”
  Chico Xavier

quarta-feira, 13 de agosto de 2014


Salários 

“E contentai­vos com o vosso soldo.”
João Batista (Lucas, 3:14) 

A resposta de João Batista aos soldados, que lhe rogavam esclarecimentos, é modelo de concisão e de bom senso. Muita gente se perde através de inextricáveis labirintos, em virtude da
compreensão deficiente acerca dos problemas de remuneração na vida comum. Operários existem que reclamam salários devidos a ministros, sem
cogitarem das graves responsabilidades que, não raro, convertem os administradores
do mundo em vítimas da inquietação e da insônia, quando não seja em mártires de
representações e banquetes. Há homens cultos que vendem a paz do lar em troca da dilatação  de
vencimentos.
Inúmeras pessoas seguem, da mocidade à velhice do corpo, ansiosas e
descrentes, enfermas e aflitas, por não se conformarem com os ordenados mensais
que as circunstâncias do caminho  humano lhes assinalam, dentro dos
imperscrutáveis Desígnios. Não é por demasia de remuneração que a criatura se integrará nos quadros
divinos. Se um homem permanece consciente quanto aos deveres que lhe
competem, quanto mais altamente pago, estará mais intranqüilo. Desde muito, esclarece a filosofia popular que para a grande nau surgirá a
grande tormenta. Contentar­se cada servidor com o próprio salário é prova de elevada
compreensão, ante a justiça do Todo­Poderoso. Antes, pois, de analisar o pagamento da Terra, habitua­te a valorizar as
concessões do Céu.

PÃO NOSSO (pelo Espírito Emmanuel) 

quinta-feira, 31 de julho de 2014




“Fiz­me  fraco  para  os  fracos,  para  ganhar  os  fracos.  
Fiz-­me tudo para todos para, por todos os meios, chegar a salvar  alguns.” 
Paulo (1 Coríntios, 9:22) 

A incompreensão, indiscutivelmente, é assim como a treva perante a luz, entretanto, se a vocação da claridade te assinala o íntimo, prossegue combatendo as sombras, nos menores recantos de teu caminho. Não te esqueças, porém, da lei do auxílio e observa­lhe os princípios, antes da ação. Descer para ajudar é a arte divina de quantos alcançaram conscienciosamente a vida mais alta. A luz ofuscante produz a cegueira. Se as estrelas da sabedoria e do amor te povoam o coração, não humilhes quem passa sob o nevoeiro da ignorância e da maldade. Gradua as manifestações de ti mesmo para que o teu socorro não se faça destrutivo. Se a chuva alagasse indefinidamente o deserto, a pretexto de saciar­lhe a sede, e se o Sol queimasse o lago, sem medida, com a desculpa de subtrair­lhe o barro úmido, nunca teríamos clima adequado à produção de utilidades para a vida. Não te faças demasiado superior  diante dos inferiores ou  excessivamente forte perante os fracos. Das escolas não se ausentam todos os aprendizes, habilitados em massa, e sim alguns poucos cada ano. Toda mordomia reclama noção de responsabilidade, mas exige também o  senso das proporções. Conserva a energia construtiva do exemplo respeitável, mas não  olvides que a ciência de ensinar só triunfa integralmente no orientador que sabe amparar, esperar e repetir. Não clames, pois, contra a incompreensão, usando inquietude e desencanto, vinagre e fel. Há méritos celestiais naquele que desce ao pântano sem contaminar­se, na tarefa de salvação e reajustamento. O bolo de matéria densa reveste­se de Iodo, quando arremessado ao poço  lamacento, todavia, o raio de luz visita as entranhas do abismo e dele se retira sem alterar­se.Que seria de nós se Jesus não houvesse apagado a própria claridade fazendo­se à semelhança de nossa fraqueza, para que lhe testemunhássemos a missão redentora? Aprendamos com ele a descer, auxiliando sem prejuízo de nós mesmos. E, nesse sentido, não podemos esquecer a expressiva declaração de Paulo  de Tarso quando afirma que, para a vitória do bem, se fez fraco  para os fracos, fazendo­se tudo para todos, a fim de, por todos os meios, chegar a erguer alguns.

 Francisco Cândido Xavier – Emmanuel – Fonte Viva