quarta-feira, 13 de agosto de 2014
quinta-feira, 31 de julho de 2014
“Fizme fraco para os fracos, para
ganhar os fracos.
Fiz-me tudo para todos para, por todos os meios, chegar a salvar
alguns.”
Paulo (1 Coríntios, 9:22)
A incompreensão, indiscutivelmente, é assim como a treva
perante a luz, entretanto, se a vocação da claridade te assinala o íntimo,
prossegue combatendo as sombras, nos menores recantos de teu caminho. Não
te esqueças, porém, da lei do auxílio e observalhe os princípios, antes da
ação. Descer para ajudar é a arte divina de quantos alcançaram conscienciosamente
a vida mais alta. A luz ofuscante produz a cegueira. Se as estrelas da
sabedoria e do amor te povoam o coração, não humilhes quem passa sob o
nevoeiro da ignorância e da maldade. Gradua as manifestações de ti
mesmo para que o teu socorro não se faça destrutivo. Se a chuva
alagasse indefinidamente o deserto, a pretexto de saciarlhe a sede, e se o Sol
queimasse o lago, sem medida, com a desculpa de subtrairlhe o barro
úmido, nunca teríamos clima adequado à produção de utilidades para a vida. Não
te faças demasiado superior diante dos inferiores ou excessivamente
forte perante os fracos. Das escolas não se ausentam todos os aprendizes,
habilitados em massa, e sim alguns poucos cada ano. Toda mordomia reclama noção
de responsabilidade, mas exige também o senso das proporções. Conserva a
energia construtiva do exemplo respeitável, mas não olvides que a ciência
de ensinar só triunfa integralmente no orientador que sabe amparar, esperar
e repetir. Não clames, pois, contra a incompreensão, usando inquietude e
desencanto, vinagre e fel. Há méritos celestiais naquele que desce ao pântano
sem contaminarse, na tarefa de salvação e reajustamento. O bolo de matéria
densa revestese de Iodo, quando arremessado ao poço lamacento,
todavia, o raio de luz visita as entranhas do abismo e dele se retira sem alterarse.Que
seria de nós se Jesus não houvesse apagado a própria claridade fazendose à
semelhança de nossa fraqueza, para que lhe testemunhássemos a missão redentora?
Aprendamos com ele a descer, auxiliando sem prejuízo de nós mesmos. E, nesse
sentido, não podemos esquecer a expressiva declaração de Paulo de Tarso
quando afirma que, para a vitória do bem, se fez fraco para os fracos, fazendose
tudo para todos, a fim de, por todos os meios, chegar a erguer alguns.
Francisco Cândido Xavier – Emmanuel –
Fonte Viva
quarta-feira, 16 de julho de 2014
quarta-feira, 2 de julho de 2014
EM BUSCA DO AMOR
As pessoas ficam procurando o amor
como solução para todos os seus problemas quando, na realidade, o amor é a
recompensa por você ter resolvido os seus problemas.
Esta frase, de autoria do escritor americano Norman Mailer, inspirou a cronista Martha Medeiros a escrever as seguintes linhas:
Temos a mania de achar que o amor é algo que se busca. Buscamos o amor na internet, buscamos o amor na parada de ônibus.
Como um jogo de esconde-esconde, procuramos pelo amor que está oculto nas salas de aula, nas plateias dos teatros.
Agimos como se soubéssemos que certamente ele está por ali, como se pudéssemos sentir seu cheiro, precisando apenas descobri-lo e agarrá-lo o mais rápido possível, pois só o amor constrói, só o amor salva, só o amor traz felicidade. Mas será que é assim?
Há quem acredite que o amor é medicamento. Mas não é assim.
Se você está deprimido, histérico ou ansioso demais, o amor não se aproxima, e, caso o faça, vai frustrar sua expectativa.
O amor quer ser recebido com saúde e beleza, ele não suporta a ideia de ser ingerido de quatro em quatro horas, como um antibiótico para combater as bactérias da solidão e da falta de autoestima.
Certamente você já ouviu alguém dizer: “Quando eu menos esperava, quando eu havia desistido de procurar, o amor apareceu”. Claro! O amor não é bobo, quer ser bem tratado, por isso escolhe as pessoas que, antes de tudo, tratam bem a si mesmas.
O amor, ao contrário do que se pensa, não tem de vir antes de tudo. Antes de estabilizar a carreira profissional, antes de fazer amigos, de viajar pelo mundo, de iniciar um relacionamento, de casar, de ter filhos, de ajudar o próximo.
Ele não é uma garantia de que, a partir de seu surgimento, tudo o mais dará certo.
Queremos o amor como pré-requisito para o sucesso nos outros setores quando, na verdade, o amor espera primeiro você ser feliz para só então surgir, sem máscara e sem fantasia. É esta a condição.
Felizes são aqueles que aprendem a administrar seus conflitos, que aceitam suas oscilações de humor, que dão o melhor de si e não se autoflagelam por causa dos erros que cometem.
Felicidade é serenidade. Não tem nada a ver com piscinas, carros, viagens, e muito menos com príncipes e princesas encantadas.
As pessoas ficam procurando o amor como solução para todos os seus problemas, quando, na verdade, o amor é a recompensa por você ter resolvido seus problemas.
Este raciocínio inteligente demonstra que a felicidade, ou o amor, não estão lá fora, como coisas que precisamos encontrar, mas sim em estados d`alma que devemos conquistar.
Quando Kardec, o Codificador da Doutrina Espírita, indaga aos Espíritos sobre onde está a felicidade neste mundo, eles respondem dizendo que com relação à vida material, é a posse do necessário. Com relação à vida moral, está na consciência tranquila e na fé no futuro.
A consciência tranquila é uma conquista do homem de bem.
A fé no futuro é uma conquista da esperança no coração do homem.
Esta frase, de autoria do escritor americano Norman Mailer, inspirou a cronista Martha Medeiros a escrever as seguintes linhas:
Temos a mania de achar que o amor é algo que se busca. Buscamos o amor na internet, buscamos o amor na parada de ônibus.
Como um jogo de esconde-esconde, procuramos pelo amor que está oculto nas salas de aula, nas plateias dos teatros.
Agimos como se soubéssemos que certamente ele está por ali, como se pudéssemos sentir seu cheiro, precisando apenas descobri-lo e agarrá-lo o mais rápido possível, pois só o amor constrói, só o amor salva, só o amor traz felicidade. Mas será que é assim?
Há quem acredite que o amor é medicamento. Mas não é assim.
Se você está deprimido, histérico ou ansioso demais, o amor não se aproxima, e, caso o faça, vai frustrar sua expectativa.
O amor quer ser recebido com saúde e beleza, ele não suporta a ideia de ser ingerido de quatro em quatro horas, como um antibiótico para combater as bactérias da solidão e da falta de autoestima.
Certamente você já ouviu alguém dizer: “Quando eu menos esperava, quando eu havia desistido de procurar, o amor apareceu”. Claro! O amor não é bobo, quer ser bem tratado, por isso escolhe as pessoas que, antes de tudo, tratam bem a si mesmas.
O amor, ao contrário do que se pensa, não tem de vir antes de tudo. Antes de estabilizar a carreira profissional, antes de fazer amigos, de viajar pelo mundo, de iniciar um relacionamento, de casar, de ter filhos, de ajudar o próximo.
Ele não é uma garantia de que, a partir de seu surgimento, tudo o mais dará certo.
Queremos o amor como pré-requisito para o sucesso nos outros setores quando, na verdade, o amor espera primeiro você ser feliz para só então surgir, sem máscara e sem fantasia. É esta a condição.
Felizes são aqueles que aprendem a administrar seus conflitos, que aceitam suas oscilações de humor, que dão o melhor de si e não se autoflagelam por causa dos erros que cometem.
Felicidade é serenidade. Não tem nada a ver com piscinas, carros, viagens, e muito menos com príncipes e princesas encantadas.
As pessoas ficam procurando o amor como solução para todos os seus problemas, quando, na verdade, o amor é a recompensa por você ter resolvido seus problemas.
Este raciocínio inteligente demonstra que a felicidade, ou o amor, não estão lá fora, como coisas que precisamos encontrar, mas sim em estados d`alma que devemos conquistar.
Quando Kardec, o Codificador da Doutrina Espírita, indaga aos Espíritos sobre onde está a felicidade neste mundo, eles respondem dizendo que com relação à vida material, é a posse do necessário. Com relação à vida moral, está na consciência tranquila e na fé no futuro.
A consciência tranquila é uma conquista do homem de bem.
A fé no futuro é uma conquista da esperança no coração do homem.
Redação do Momento Espírita, com
base em texto de Martha Medeiros e no item 922, de O livro dos Espíritos, de
Allan Kardec, ed. FEB.
segunda-feira, 16 de junho de 2014
Princípios Redentores
Não se esqueça de que Deus é o tema central de nossos destinos.
Deseje o bem dos outros, tanto quanto deseja o próprio bem.
Concorde imediatamente com os adversários.
Respeite a opinião dos vizinhos.
Evite contendas desagradáveis.
Empreste sem aguardar restituição.
Dê seu concurso às boas obras, com alegria.
Não se preocupe com os caluniadores. Agradeça ao inimigo
pelo valor que ele lhe atribui.
Ajude as crianças.
Não desampare os velhos e doentes.
Pense em você, por último, em qualquer jogo de benefícios.
Desculpe sinceramente.
Não critique a ninguém.
Repare seus defeitos, antes de corrigir os alheios.
Use a fé e a prudência. Aprenda a semear, preparando boa
ceifa. Não peça uvas ao espinheiro. Liberte-se do peso de excessivas
convenções.
Cultive a simplicidade.
Fale o menos possível, relativamente a você e a seus problemas.
Estimule as qualidades nobres dos companheiros.
Trabalhe no bem de todos.
Valorize o tempo.
Metodize o trabalho, sabendo que cada dia tem as suas obrigações.
Não se aflija.
Sirva a toda gente sem prender-se.
Seja alegre, justo e agradecido.
Jamais imponha seus pontos de vista.
Lembre-se de que o mundo não foi feito apenas para você.
Deseje o bem dos outros, tanto quanto deseja o próprio bem.
Concorde imediatamente com os adversários.
Respeite a opinião dos vizinhos.
Evite contendas desagradáveis.
Empreste sem aguardar restituição.
Dê seu concurso às boas obras, com alegria.
Não se preocupe com os caluniadores. Agradeça ao inimigo
pelo valor que ele lhe atribui.
Ajude as crianças.
Não desampare os velhos e doentes.
Pense em você, por último, em qualquer jogo de benefícios.
Desculpe sinceramente.
Não critique a ninguém.
Repare seus defeitos, antes de corrigir os alheios.
Use a fé e a prudência. Aprenda a semear, preparando boa
ceifa. Não peça uvas ao espinheiro. Liberte-se do peso de excessivas
convenções.
Cultive a simplicidade.
Fale o menos possível, relativamente a você e a seus problemas.
Estimule as qualidades nobres dos companheiros.
Trabalhe no bem de todos.
Valorize o tempo.
Metodize o trabalho, sabendo que cada dia tem as suas obrigações.
Não se aflija.
Sirva a toda gente sem prender-se.
Seja alegre, justo e agradecido.
Jamais imponha seus pontos de vista.
Lembre-se de que o mundo não foi feito apenas para você.
Francisco Cândido Xavier - Agenda Cristã - pelo Espírito André Luiz
quinta-feira, 5 de junho de 2014
quarta-feira, 28 de maio de 2014
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