quinta-feira, 4 de dezembro de 2014

Ame a si mesmo primeiro















"Pois toda a Lei se resume num só mandamento a saber: “Amarás o teu próximo como a ti mesmo”". (Gálatas 5:14)

Mas como amar o próximo, sem antes saber amar a si mesmo?
Na visão de varias religiões, esta tem sido a regra base da construção do desenvolvimento religioso, social ou evolutivo dos que compartilham a importância desta mensagem. Porém ao aplicarmos esta regra em nossas vidas, por muitas vezes, esquecemos que somos a primeira pessoa que pode se beneficiar deste amor.
Amar e respeitar a si mesmo não envolve uma ideia de orgulho ou narcisismo, mas sim, mostra a chave para entendermos a nós mesmos, a nos sentirmos seguros com quem somos e gratos pela vida que nos foi concedida.
Uma pessoa que enxerga defeitos em si mesmo está mais propensa a enxergar defeitos nos outros. E porque não estaria? Já que este é um mecanismo de defesa comum do ser humano.
Mas, uma pessoa que ama a si mesma pode enxergar o amor que deve ser aplicado aos seus semelhantes. Pois ela o conhece. Pois ela sabe que assim como lhe é certo amar aquela pessoa única, que é parte de Deus e do universo que ela vê no espelho todas as manhãs, ela sabe que lhe é certo amar a todos os outros, que também são parte de Deus e do universo “como a ti mesmo”.

terça-feira, 18 de novembro de 2014

Sobre a palestra e evangelização infantil no dia 23/11

Aviso aos amigos frequentadores da casa:
Este domingo dia 23 de novembro, não haverá palestra e evangelização infantil devido a uma atividade fechada. 
Solicitamos que aguardem a divulgação das palestras referentes as próximas semanas.

Agradecemos a compreensão.
Casa Ra-zhu.

A importância da caridade


“Procurando o bem para os nossos semelhantes encontramos o nosso.”
Platão

“O egoísmo é a fonte de todos os vícios, como a caridade é a fonte de todas as virtudes.”
“(...) Não podendo amar a Deus sem praticar a caridade para com o próximo, todos os deveres do homem se resumem nesta máxima: Fora da caridade não há salvação.”
Allan Kardec

“Orar não é o mais importante. Importante é praticar a caridade e o amor, mesmo para uma pessoa que não seja religiosa.”
Dalai Lama

“A caridade é o processo de somar alegrias, diminuir males, multiplicar esperanças e dividir a felicidade para que a Terra se realize na condição do esperado Reino de Deus.”
Chico Xavier


De acordo com inúmeros mestres da sabedoria humana a caridade é o veículo chave para a evolução do ser.
Trata-se de um conceito atribuído à ideia de caridade entre inúmeras religiões e linhas de pensamento ao redor do mundo. Porém, vale lembrar que a caridade antes de ser uma ação voluntária para o auxílio ao nosso próximo, é acima de tudo, uma ação com base no amor.
Assim como a evolução espiritual tem suas bases na caridade, a caridade está por sua vez sustentada na verdadeira compaixão do ser humano para com as necessidades de seu próximo e também em sua vontade de aplicar o sentimento de amor ao ajuda-lo.
Antes de participar de uma ação de caridade, é importante se conscientizar do conceito real desta palavra. Sem o sentimento de amor na caridade, a doação não o levará a evolução.

Lembre-se que as oportunidades de realiza-la cruzam nosso caminho constantemente. Não apenas na forma de doação material, mas muito principalmente, através de pequenas ações que podemos realizar em nosso dia a dia.
Seja ajudando uma senhora a se sentar no transporte público, auxiliando um amigo com um conselho ou consolando-o, ou repartindo seu lanche com aquele cãozinho que passou por você no caminho de casa, não importa o formato, o que importa é que acima de tudo: Você o fará com amor.

sexta-feira, 14 de novembro de 2014

Parábola do “bom ou ruim”


Quando o belo cavalo de um velho fazendeiro chinês fugiu de sua fazenda, seu vizinho por solidariedade veio consolá-lo. Porém o velho e sábio fazendeiro diz ao amigo: “Quem sabe o que é bom e o que é ruim?”.

Dias depois, o belo animal retorna á fazenda seguido de vários outros cavalos. O vizinho do fazendeiro veio parabeniza-lo pela boa sorte. Porém o velho e sábio fazendeiro diz ao amigo: “Quem sabe o que é bom e o que é ruim?”.

Quando o filho do velho fazendeiro tentou domar um dos novos cavalos e quebrou a perna, o vizinho do fazendeiro veio consolá-lo novamente. Porém o velho e sábio fazendeiro diz ao amigo: “Quem sabe o que é bom e o que é ruim?”.

Dias depois, o exército veio á casa do velho fazendeiro para recrutar seu filho, que por conta da perna quebrada não se juntou á tropa. O vizinho do fazendeiro veio parabeniza-lo novamente pela boa sorte. Porém o velho e sábio fazendeiro diz ao amigo: “Quem sabe o que é bom e o que é ruim?”.


  O que é realmente bom, e o que é ruim de verdade? Ambas as coisas tratam-se apenas de pontos de vista. Uma forma de enxergar situações com nossos pequenos olhares terrenos.
Quando olhamos para nossos problemas, constantemente, não nos permitimos pensar no “todo” e sim, apenas no nosso ponto de vista á cada acontecimento.
  A espiritualidade superior está constantemente nos guiando para as conquistas e provações que constroem nosso caminho de evolução. Porém, não sabemos quais acontecimentos em nossas vidas nos levarão ás conquistas ou ás provações que julgamos boas e ruins por nossa própria perspectiva.
  A fé então se torna o alicerce desta visão mais serena. A visão do “todo”, que nos ensina a ser pacientes e entender que os acontecimentos de nossa vida são apenas eventos. Eventos que constroem nosso caminho.

  “A desilusão de agora será benção depois.”
  Chico Xavier

quarta-feira, 13 de agosto de 2014


Salários 

“E contentai­vos com o vosso soldo.”
João Batista (Lucas, 3:14) 

A resposta de João Batista aos soldados, que lhe rogavam esclarecimentos, é modelo de concisão e de bom senso. Muita gente se perde através de inextricáveis labirintos, em virtude da
compreensão deficiente acerca dos problemas de remuneração na vida comum. Operários existem que reclamam salários devidos a ministros, sem
cogitarem das graves responsabilidades que, não raro, convertem os administradores
do mundo em vítimas da inquietação e da insônia, quando não seja em mártires de
representações e banquetes. Há homens cultos que vendem a paz do lar em troca da dilatação  de
vencimentos.
Inúmeras pessoas seguem, da mocidade à velhice do corpo, ansiosas e
descrentes, enfermas e aflitas, por não se conformarem com os ordenados mensais
que as circunstâncias do caminho  humano lhes assinalam, dentro dos
imperscrutáveis Desígnios. Não é por demasia de remuneração que a criatura se integrará nos quadros
divinos. Se um homem permanece consciente quanto aos deveres que lhe
competem, quanto mais altamente pago, estará mais intranqüilo. Desde muito, esclarece a filosofia popular que para a grande nau surgirá a
grande tormenta. Contentar­se cada servidor com o próprio salário é prova de elevada
compreensão, ante a justiça do Todo­Poderoso. Antes, pois, de analisar o pagamento da Terra, habitua­te a valorizar as
concessões do Céu.

PÃO NOSSO (pelo Espírito Emmanuel)